sexta-feira, 10 de julho de 2009

Um Breve Reencontro

Ok. Eu sei que sou paranóica com algumas coisas, principalmente quando se trata de relacionamentos. Mas e quando não existe relacionamento nenhum? Apenas um passado muito antigo do qual não restou nada, nem mesmo amizade?
Eu posso ser paranóica diante de um ex que não via há mais ou menos dois anos
e com quem namorei há sete?
Que tipo de paranóia eu poderia ter?
Bom, parece que eu pirei o cabeção; não por ter o reencontrado por acaso numa boite,
mas porque eu já estava enlouquecendo com outros problemas.
Pessoais, claro.

Então, diante daquele cara que eu nem conhecia mais,
me senti uma romântica boba.
Não esperava nada daquele encontro casual.
Até porque, não existem sentimentos.
Mas o simples fato de reecontrar uma pessoa importante do passado me fez pensar nas coisas engraçadas e estranhas da vida. Portanto, me fez filosofar (risos, mesmo).

Começei a divagar o porquê disso e daquilo.
Porque as coisas não dão certo, porque não encontramos o grande amor de nossas vidas,
porque os homens traem, porque as mulheres traem, porque eu já traí, porque fui traída,
se vou conseguir confiar de verdade nos homens algum dia,
se vou conseguir me apaixonar novamente,
se vou conseguir esquecer meu mais recente amor, se ele vai conseguir me perdoar...

Uma dose de vodka, uma sanduíche no McDonalds e alguns palavrões depois,
me senti solitária e cansada enquanto dirigia de volta pra casa.
Mas apesar disso,
percebi que eu havia me tornado uma mulher melhor
do que aquela de sete anos atrás.
Mais madura, mais estável, menos paranóica (acredite!), mais criativa, inspirada, feliz, e bonita (sim!). E muito mais. Eu me tornei mais. E melhor.

Um breve reencontro pode mudar muita coisa.
No fundo, me senti muito bem por perceber que havia superado muitos obstáculos na vida.
Algumas coisas do passado podem fazer bem ou fazer mal.
Mas o feeling de ser a better person, só pode fazer muito bem.

* E um sorriso sincero foi desenhado agora.

5 comentários:

Pedro Fernades disse...

parece que tu escreve aquilo que eu quero ler e na hora certa.
adorei o texto :*

KINHA disse...

Estou aqui para fazer-lhe uma proposta, que eu considero interessante.Também sou TOP 100 e estou concorrendo na categoria "VARIEDADES" e estou na campanha "UM VOTO POR UM VOTO".O legal disso tudo é essa interação,eu conheço seu blog e vc, o meu.Já votei no seu e sei que também que receberei seu voto.
Estou te seguindo e se quiseres me seguir, ficarei honrada.Dia 19/07 o blog AMIGA DA MODA estará estará comemorando sua 100º postagem.Venha apanhar um brinde, com assinatura de um design.Sua presença é muito importante para nós.
Obrigada

Dudu disse...

E porque eu sou eu, deixo música:

" Hi there, how are ya? its been a long time.
Seems like weve come a long way.
My, but we learn so slow
And heroes they come and they go
And leave us behind as if we res pposed to know why.
Why do we give up our hearts to the past?
And why must we grow up so fast?

And all you wishing well fools with your fortunes,
Someone should send you a rose
With love from a friend. its nice to hear from you again.
And the storybook comes to a close.
Gone are the ribbons and bows.
Things to remember, places to go,
Pretty maids all in a row."

Retratos da Vida disse...

Oi Bia...Estou pertinho de vc lá no Top Blog, vim ver e...nossa, que bacana teu texto, muito mesmo. Estamos por aqui, nos divertindo com a vida...vamos nessa...bj Marco Angeli

The Lost Boy disse...

Eu poderia citar o budismo , nietszche ou shopenheuer *sim eu detesto o nome dele -_-, negocio chato de escrever* para falar o quanto o sofrimento é algo necessario ao crecimento do individuo.
Mas prefiro falar algo meu: O sofrimento é a parte da vida que mais importa, é a unica parte que nos faz ser melhores, nos mostra o valor das pessoas e constroi como individuos, apenas o sofrimento traz alguma evolução. Sei que isso é meio prolixo e cliche, mas eu gosto de coisas cliches e prolixas que são bem executadas. Então desculpe qualquer coisa.